Faber Castell utiliza o DT301 no processo de fabricação da grafite colorida

segunda-feira, 14 de junho de 2004



A fábrica da Faber Castell em São Carlos, interior de São Paulo, é maior subsidiária do grupo alemão no mundo, com produção anual de 1,5 bilhão de lápis de madeira.

Atualmente conta no seu processo produtivo, especificamente na secagem de minas de pastéis (grafite de lápis de cor), com o medidor de densidade da Smar – DT301. Até pouco tempo a medição de densidade da solução salina usada em um processo de secagem na fabricação da grafite colorido, composta por Cloreto de Lítio diluído em água, era feita baseada em amostras enviadas ao laboratório. Segundo o responsável pela área de automação da Faber Castell em São Carlos, Aderval Barbosa, a dificuldade na automatização desse processo estava no controle da densidade, já que os equipamentos disponíveis no mercado eram inviáveis por serem produtos importados, com alto custo e difícil suporte técnico.

“Com a implantação do DT301 passamos a ter um controle automático do processo, pois a medição da densidade da solução salina é feita continuamente em tempo real pelo DT301 e o processo controlado automaticamente, por meio de uma bomba dosadora. Dessa forma, a uniformidade no processo e na qualidade do produto final é garantida. Outro aspecto importante é que o suporte técnico da Smar, além de nos atender plenamente, está perto da gente”, observa.

Após 70 anos de produção no Brasil, a Faber Castell, maior fabricante mundial de lápis de madeira plantada, aumentou sua participação no solo do país. Atualmente são duas unidades fabris no interior de São Paulo, uma em Prata (MG), que produz muda e operações florestais com industrialização da madeira, e escritórios de vendas regionais em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, e Recife. Ao contrário do restante da indústria de lápis mundial, que utiliza principalmente o cedro americano como matéria prima, a Faber-Castell brasileira usa o pinus caribea, um tipo de árvore com madeira macia, que cresce rapidamente, mesmo em condição adversa e é de fácil replantio. Só nas fábricas de São Carlos (SP) já são produzidos, todos os dias, mais de seis milhões de lápis de Pinus, usados no Brasil e em mais de 60 países do mundo.