Usina Caeté: exemplo de cidadania

quarta-feira, 21 de março de 2007




Alagoas aplaude o açúcar de primeira qualidade e as ações de responsabilidade social do grupo Carlos Lyra

Adquirida em 1965, a Usina Caeté S/A – Matriz foi a primeira usina do Grupo Carlos Lyra. Fruto da visão de vanguarda do Sr. Carlos Lyra, que vislumbrou, naquela época, a possibilidade de cultivar cana-de-açúcar nos famosos tabuleiros de Alagoas.

Fato que só foi possível graças à utilização criteriosa de fertilizantes, que tornaram o solo propício ao desenvolvimento da lavoura canavieira.

A Escola “Conceição Lyra”, recebe esse nome em homenagem à mãe do empresário Carlos Lyra. Fundada em meados da década de 60, quando ainda pertencia à Fazenda São João, na época, era uma das 9 das escolas existentes na região. Eram divididas geograficamente de acordo com as pequenas habitações existentes, que à época, eram chamadas de arruados.

No passado, a escola mantida pelo grupo já chegou a possuir cerca de 1.200 alunos. Hoje, atende, quase 600 alunos, dos quais a grande maioria são filhos dos colaboradores da usina.

Conduzida sob a batuta da Sra. Elisabeth Lyra Lopes Farias, filha do empresário Carlos Lyra, carinhosamente tratada como “Dona Cicinha”, a escola orgulha-se de alguns de seus formandos, entre os quais estão os próprios filhos de Dona Cicinha, Maria Cristina, (hoje renomada arquiteta) e do irmão, Carlos Lyra Farias, que atualmente segue os mesmos passos iniciais do avô.

A direção da entidade, está a 22 anos a cargo da professora Betânia, pedagoga que vez por outra, se emociona a citar, orgulhosa das conquistas de seus ex-alunos, incluindo sua própria filha que este ano, tentará uma vaga em medicina junto a Universidade Federal de Alagoas.

Sem exceção alguma, todos os colaboradores da usina falam da escola com orgulho exacerbado. Em nosso treinamento, muitos dos técnicos e engenheiros, foram alunos da Escola, bem como seus filhos são no presente. O orgulho só não é maior do que o demonstrado pela professora Betânia, pedagoga na sua mais profunda essência, ela, ao final do dia nos presentou com um kit contendo peça do tradicional artesanato alagoano.

Assim como muitos outros, essa é a história de um projeto social eficiente e vencedor, que continuará a nortear os princípios, valores e conduta de várias gerações, tendo suas raízes fincadas na doce cana de açúcar. Nada mais justo que render-lhe uma singela homenagem, por isso, fica aqui o nosso registro.